Os Sonhadores

29 29UTC Novembro 29UTC 2009 Bruna Pinheiro 1 comentário

Os Sonhadores foi o último filme do ciclo “Imagens em Pauta” de 2009, no cinema do Sesc Arsenal, em Cuiabá, dia 24 de novembro. A exibição contou com a participação de membros do Núcleo de Estudos Comunicação, Infância e Juventude (NECOIJ), da UFMT que promoveu um debate no fim do filme.

Os Sonhadores

Os Sonhadores

Os Sonhadores conta a história de três jovens, dois irmãos franceses e um amigo americano, que se conhecem em meio a protestos juvenis em pleno ano de 1968, – emblemático por ter sido o “ano das revoluções”, onde havia uma grande mobilização ocorrendo simultaneamente no mundo todo, e especialmente na França, como é mostrado em diversas cenas ao longo do filme -, e que com o passar do tempo constroem uma relação de afeto e amor entre eles, causando conflitos e novas descobertas.

Sobre esses conflitos pessoais mesclados ao movimento estudantil, Diego Baraldi, coordenador do projeto, ressaltou a intenção do diretor, Bernardo Bertolucci, que produziu o filme quando tinha 27 anos e viu na construção dessa história uma forma de “prestar contas com sua juventude, já que em 68 era ‘dever’ do jovem ser político”. Outro ponto em destaque são as diversas referências cinematográficas contidas no filme, não só nos diálogos dos personagens, como também em cenas reproduzidas por eles.

Pais e Filhos

O ponto que talvez chame mais atenção no filme é a relação dos dois jovens franceses Isabelle (Eva Green) e Theo (Louis Garrel), que são irmãos, mas ao mesmo tempo mantêm uma relação “quase” incestuosa. Quase porque ela não acontece de fato, mas na imaginação do telespectador já poderia ter ocorrido. Essa relação é colocada em questão com a chegada de Matthew (Michael Pitt), que como observado no debate foi alguém que “vendo de fora aquela situação expôs aos dois irmãos fazendo com que eles passassem a refletir sobre isso também”, e assim muda todo o rumo da história.

Já a relação dos dois irmãos com seus pais foi outro ponto de discussão, pois eles aparecem apenas no começo e no final do filme, mas explicam muitos comportamentos de Isabelle e Theo. Entre eles, de tomar atitudes que os pais desaprovariam, apenas para poder provocá-los.

Isabelle (Eva Green) e Theo (Louis Garrel)

Isabelle (Eva Green) e Theo (Louis Garrel)

Entre os espectadores do filme, uma cena chamou muita atenção: a cena final quando os pais voltam de viagem e encontram o apartamento cheio de comidas e bebidas espalhadas por toda parte e os três jovens dormindo em uma barraca no meio da sala. Os pais não fazem nada, apenas deixam um cheque para continuar a pagar as despesas dos três. A dúvida dos espectadores foi: eles já sabiam da relação entre os dois filhos e/ou queriam evitar um grande conflito, podendo destruir aquela família já tão desestruturada?

Jovens e atuação política

A pergunta que iniciou o debate político sobre o filme foi “Por que o título ‘Os Sonhadores’?”, para uma das participantes, esse título justifica a posição dos três jovens, que falam, lêem e ouvem muito sobre ideologias, políticas, revoluções, mas não agem para que isso aconteça, ou seja, eles apenas “sonham” com uma França melhor, uma Cinemateca melhor, uma vida melhor, mas de fato nada fazem para isso. Esse pensamento é apresentado por Bertolucci em uma cena de discussão em que Matthew indaga Theo, dizendo que a “revolução estava acontecendo enquanto eles viam filmes e tomavam vinhos caros”.

A participação política dos jovens em 1968 foi de suma importância para todo o contexto revolucionário, mas o que se vê no filme é que a atuação de Isabelle e Theo só começou quando a luta “invadiu”, literalmente, a sala deles. Fato que, segundo uma das espectadoras que estudava na Pontifícia Universidade Católica (PUC), em São Paulo, no ano de 1972, o ato de fazer alguma coisa muitas vezes era por impulso ou até mesmo sem impulso, era “na onda” dos demais, por isso, Os Sonhadores é um filme de tantas visões e linguagens. O filme fala de jovens, de cinema, de pais e filhos, de política, e de atuação política, além de demonstrar a participação política como fundamental, não somente o conhecimento teórico.

Imagens em Pauta

O ciclo de exibição de filmes do “Imagens em Pauta” continua em 2010 com novos temas. Diego Baraldi aproveitou a ocasião para agradecer a todos que compareceram ao longo do ano, e ainda convidar para voltarem às exibições do ano que vem.

*Matéria feita para o portal NECOIJ

Foi a banda, ficaram as músicas

29 29UTC Novembro 29UTC 2009 Bruna Pinheiro Deixe um comentário

Olha, esse mês achei que não iria conseguir postar um CD no “Ouça!”, tudo por causa da vida corrida que ando levando nesse fim de 3º semestre da faculdade, tá puxado, tá difícil, tá estressante, mas tá acabando!

Los Hermanos

Los Hermanos

Bom, escolhei esse ao vivo do Los Hermanos pelas músicas serem ótimas, o show ter sido incrível, é só uma pena saber que nunca vou poder vê-los tocando ao vivo, já que a banda acabou, mas posso ouvir o CD e imaginar como poderia ser… Outro motivo pra eu ter escolhido é a capa, linda demais!

Não perde tempo não, corre lá no Ouça! e acompanhe faixa por faixa esse excelente CD!

O Beija-flor

20 20UTC Novembro 20UTC 2009 Bruna Pinheiro 2 comentários

Madrugada sem nenhum sinal de sono pela frente, resultado de uma boa tarde muito bem dormida depois de uma semana corrida, aliás, como tem sido ultimamente, não vejo a hora desse semestre acabar logo, estou a cada dia mais cansada, nunca vi… Esquecendo isso, vamos ao post!

Hoje vi o programa “Por Toda Minha Vida” que tinha como homenageado o Cazuza, então, aproveito que estou nem nada pra fazer – já cumpri minhas metas do dia – e adoro esse gênio, pra colocar aqui minha música preferida do poeta e embelezar meu lindo criado mudo!

 

Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou

Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor

Eu protegi teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor (nunca)
Pra qualquer um na rua, Beija-flor

Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador

Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Prendia o choro e aguava o bom do amor

Obs: parabéns a produção do programa, que diferente da produção do filme sobre o Cazuza, simplesmente excluiu a história dele com Ney Matogrosso, como se isso não tivesse tido importância nenhuma. Adorei ouvir as palavras de alguém que verdadeiramente amou Cazuza de todas as maneiras. Lindo, só isso!

 

É preciso ser de vez em quando infeliz

14 14UTC Novembro 14UTC 2009 Bruna Pinheiro 2 comentários

Acho que já escrevi aqui que não sou uma graaande fã de poemas, não sei porque, mas realmente não é o meu tipo de literatura preferida, sou mais fã de crônicas, por exemplo, mas o fato é que sei reconhecer uma bela poesia ou poema, e nesses últimos dias tenho lido bastante Fernando Pessoa, por isso decidi fazer esse post pra ele. A princípio seria mais um trabalho pra faculdade, mas acabou se tornando uma ótima descoberta. É óbvio que já tinha lido Pessoa, mas eu acho que por ter lido um pouco sobre sua vida, os seus heterônimos/personagens, fiquei mais interessado nele. O cara já escreve bem, e ainda “cria” outros pra escreverem em nome dele… dá pra entender?

FERNANDO_PESSOA_-_PRETO_E_BRANCO[1]

Fernando Pessoa

Bom, dos três heteronômios de Pessoa, acabei tendo um preferido, o Alberto Caeiro, os outros dois: Álvaro de Campos e Ricardo Reis são ótimos também, mas o Caeiro me pegou mais pelo seu desapego pela coisas da vida, o “deixa pra lá”, o amor pela natureza, enfim, a maneira de tentar ver o mundo de forma mais simples, sem muitas reflexões e significados, que se for pensarmos bem é a maneira certa de ver, como ele mesmo disse, ”as coisas são apenas as coisas”.

A obra-prima dele, na minha opinião, é o “Guardador de Rebanhos”, li inteiro e deixo aqui o meu poema preferido que tem uma das frases mais bem escritas de todas: “É preciso ser de vez em quando infeliz, para se poder ser natural…”. Lindo isso né?

Se Eu Pudesse
     Se eu pudesse trincar a terra toda 
     E sentir-lhe uma paladar,
     Seria mais feliz um momento … 
     Mas eu nem sempre quero ser feliz. 
     É preciso ser de vez em quando infeliz 
     Para se poder ser natural…
     Nem tudo é dias de sol,
     E a chuva, quando falta muito, pede-se.
     Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
     Naturalmente, como quem não estranha
     Que haja montanhas e planícies
     E que haja rochedos e erva …

     O que é preciso é ser-se natural e calmo
     Na felicidade ou na infelicidade,
     Sentir como quem olha,
     Pensar como quem anda,
     E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
     E que o poente é belo e é bela a noite que fica…
     Assim é e assim seja …
 

O Inferno São os Outros

12 12UTC Novembro 12UTC 2009 Bruna Pinheiro 1 comentário

Essa música simplesmente não para de tocar no meu mp3, no meu celular e principalmente no meu computador, que é onde eu tenho passado a maior parte do tempo essa semana, isso por conta de seminários, provas, textos e textos, êita curso pra dar trabalho é Jornalismo, nunca vi…

Tá, mas voltando a música! “O Inferno São os Outros” é uma das faixas do CD Acustico do Detonautas, que confesso, nunca foi minha banda preferida, eu sempre ouvia algumas músicas e tal, mas agora  não paro mais de ouvir, posso dizer que virei fã, fã mesmo! A música é linda, a letra mais ainda, aliás, o CD inteiro tá muito legal, ótimo de ouvir, recomendo!

E para aqueles que ainda pensam que letras de rock não tem nada, só gritaria, leia isso.  Parabéns Tico Santa Cruz, um dos “cabeças” do rock nacional, o cara lê Sartre, ok?!

O Inferno São os Outros
O que seria da tua beleza
Se eu fechasse os meus olhos pra você
O que adiantaria essa tua ideologia
Se tua própria liberdade se transformasse em opressão
Escute o meu silêncio

Talvez você nem tenha percebido
Que eu te quis também
Se ao menos eu pudesse te mostrar
Que o inferno são os outros

Você não quis me escutar
E o tempo não parou
Vou sair pra ver o sol
Vou mentir e dizer que eu não sou feliz
Vou sair pra ver o sol

Deixo a porta aberta se quiser voltar
Mas saiba que eu também consigo viver só
A solidão que me ensinou a ser mais forte e a qualquer lugar eu vou sem medo

Você não quis escutar
E o tempo não parou
Vou sair pra ver o sol
Vou mentir e dizer que eu não sou feliz
Vou sair pra ver o sol
Vou mentir e dizer que eu não sou feliz.

Caso Uniban

8 08UTC Novembro 08UTC 2009 Bruna Pinheiro 7 comentários

Confesso que essa história da “garota Uniban” tem me deixado inquieta, mas como já li muita coisa em blogs e sites, deixei passar e não escrevi nada, estava esperando ver em que pé essa história ia dar, e olha só no que deu: a garota foi expulsa da universidade! Fala sério, isso merece um post, então lá vou eu…

Pra quem não conhece a história (o que eu acho bem difícil), é o seguinte, uma aluna do curso de Turismo foi assistir um dia de aula com um vestido vermelho curto, até aí, tudo bem, a coisa ficou feia quando alguém se achando com moral o suficiente pra julgar uma pessoa e começou uma reação contra a garota e no fim a universidade toda parou pra humilhar e fazer com que ela fosse retirada (escoltada!) de lá. Além de todo esse absurdo, os alunos da Uniban conseguiram piorar a situação, já que filmaram tudo e jogaram no YouTube pra quem o país inteiro pudesse ver o “show da idiotice” feito por eles.

Aluna sendo expulsa da Uniban

Aluna sendo expulsa da Uniban

Sinceramente quando vi o vídeo, não entendi o motivo de toda aquela confusão, só por causa de um vestido curto? Quantas vezes já vi gente bem pior vestida ou (des)vestida e nada aconteceu, não sai xingando e nem condenando. Eu jamais me vestiria da forma como essa menina, mas também não posso dizer se ela está certa ou errada, assim como também não gosto de ser julgada pelos outros pela minha roupa, ou meu cabelo, ou qualquer outra coisa que possa ser julgada por alguém. Tá, tá, considerando que ela estava indo assistir aula, a roupa podia estar um pouco exagerada, mas isso é motivo pra tudo aquilo? Claro que não!

Com toda essa situação fiquei pensando em como esse mundo ainda é machista, pode ser porque estou lendo um livro sobre o feminismo que essa coisa esteja mais aflorada em mim, mas de certa forma, por vezes me sinto em séculos passados, quando a mulher não era nada, não tinha direito a nada, era humilhada por qualquer coisa, nem parece que estamos no século XXI, que a  mulher já conquistou tantos direitos, o direito de votar, de estudar, de escolher uma profissão, de trabalhar, de escolher se quer casar ou não, de se separar,  e de escolher até o que vestir!

WeCanDoItPoster

We Can Do It??

Essa sociedade é mesmo muito machista, duvida? Se um homem sai sem camisa, ninguém fala nada, é capaz até de ser elogiado pelo corpo sarado, se ele tiver, mas se uma mulher sai com um vestido curto, é puta, vagabunda e tem que ser expulsa da universidade, é ou não é ridículo isso?! Já falei e volto a repetir, ela pode não estar certa de ir assistir aula daquele jeito, mas não justifica o comportamento daqueles alunos retardados, respeito é bom em qualquer lugar, ainda mais num local onde por princípio as pessoas entram pra sairem melhores. Se bem que andei dando uma lida e essa Uniban tem um histórico não muito confiável, aí dá pra entender a atitude de expulsar uma aluna que foi humilhada nacionalmente ao invés de ir atrás dos responsáveis pela humilhação. Ridículo!

 

 

 

 

The Kooks salva!

5 05UTC Novembro 05UTC 2009 Bruna Pinheiro 2 comentários

Não gosto muito de fazer post quando estou com raiva, mas é que hoje eu realmente preciso escrever, então, paciência! Sabe quando o mundo conspira contra você? Pois é, isso aconteceu comigo hoje, tudo que podia dar errado, deu, foi raiva desde cedo até agora noite.

Não vou entrar em muitos detalhes, só dizer que o povo daquela universidade, os objetos eletrônicos a minha volta e meus queridos pais fizeram um pacto pra me destruir hoje, nem o Rott deu uma trégua… Só pra compensar vou colocar uma das poucas coisas que deram certo hoje: The Kooks! Ouvir os CD’s deles é uma das poucas coisas me acalmam, ainda mais se a música for Naive. (amo demais!)

1-0-0

31 31UTC Outubro 31UTC 2009 Bruna Pinheiro 3 comentários

Sim, o meu criado mudo chega ao seu 100º post! Pra mim, sinceramente, isso significa que pela primeira vez tenho um blog que deu certo, em menos de 1 ano já postei tudo isso, legal né?! Bom, pelo menos parece que está legal não só pra mim, mas pra outras pessoas também, já que tenho recebido visitas muito interessates, com comentários legais, que embelezam mais ainda meu bloguito, obrigada a todos!

Primeiros cem da longa estrada...

Como já vi em alguns blogs por aí quando comemoram alguma data importante vou fazer o mesmo e colocar aqui os 10 posts mais lidos, aí quem não leu ainda pode ler…Aliás, foi ótimo fazer isso, reli algumas coisas que nem lembrava mais que tinha escrito e ainda respondi uns comentários.

10 mais lidos!

Classe Unida (29/06) – 197
Preparativos… (21/03) – 108
Dan Stulbach (17/07) – 71
Meus vencedores (01/10) - 68
13 de julho é feriado? Não! É dia do Rock (13/07) – 47
Escucha! (17/05) – 43
Show do The Kooks (22/06) – 29
Antipatia: ataque ou defesa? (14/03)  - 28
God save Brighton!! (06/03) – 27
Rott & Me (05/03) – 25

Tudo isso não importa muito, saber quantas visitas o blog recebe, ou se tem muitos comentários, mas saber que estou fazendo uma coisa com  qual me identifico bastante e aprendo também, enfim, foram os primeiros 100 posts, ainda tem muito mais pela frente!

Me dê motivo!

30 30UTC Outubro 30UTC 2009 Bruna Pinheiro 3 comentários

Sabe quando você vê uma coisa e não consegue ficar sem dar uma opinião? Pois fiquei assim nesse exato momento… Estava eu dando minhas “voltas” pelo YouTube quando me deparei com um vídeo impossível de não se comentar:

Bom, começando pelo começo, admiro muito o trabalho do Álvaro Pereira Júnior e sinceramente tirando umas 2 ou 3 músicas, quem é Ed Motta?? O sobrinho frustrado do gênio Tim Maia que nunca chegará ao seus pés. Tá, deixando uma pouco a raiva de lado, vamos aos fatos…

Estava indo tudo bem, o Álvaro contando sobre sua experiência como colunista de música, aí o Frejat deu sua opinião, bem sensata aliás: todo mundo tem direito de se expressar, desde com respeito, aí vem o estraga noite da vez, Ed Motta, e fala uma asneira sem tamanho, pior, parafraseando Frank Zappa (nada contra!). Olha a pérola do revoltadinho: “Quem sabe faz, quem não sabe ensina e quem nem isso consegue fazer vira crítico”.

Achei completamente ridícula essa frase, se é mesmo do Zappa ou sei lá de quem, prova o desconhecimento sobre a crítica musical. O crítico musical, assim como qualquer outra pessoa é alguem que por gostar tanto de musica decide se dedicar a ela com papel e caneta na mão, e não um frustrado que não conseguiu se dar bem na música (assim como o Ed Motta (??), por exemplo).

Não entendi a revolta do Motta, eu sei que ele é meio mau-humorado, mais uma vez querendo ser o Tim Maia, mas um pouquinho de educação não faz mal né? O Tim era mau-humorado e ao mesmo tempo engraçado, tem como? Claro que sim, só sendo ele, e isso não é pra qualquer um não.

Só pra encerrar, um cara que se diz tão inteligente e culto quanto esse Motta, dizer que o crítico musical  – que antes de tudo é um jornalista -, é como uma “mosca que eu mato em 3 minutos”, é mais que do que falta de educação e desrespeito, é burrice e ignorância! Nunca tive saco pra ouvir as músicas dele, não suporto cantor de “embromação” que fica só fazendo sons estranhos com a voz e cantar que é bom nada, depois dessa então, jamais! Sou muito mais assistir as matérias do Álvaro e ouvir as músicas do Tim, ok?!

P.s: Sou completamente looooooouca por “Festa de Santo Reis” e vendo esses videos bateu uma tristeza pelo Tim. Saudades do gordinho doido!