Zuenir e Umberto

Estava eu lendo o livro da Pollyana Ferrari, Jornalismo Digital, quando ela cita uma entrevista do Zuenir Ventura ao site Revelação onde ele lembra Umberto Eco e suas palavras “apocaliptícas”. Achei um trecho muito interessante e que tem um pouco a ver com o que eu penso também…

Essa história de que a televisão acabou com a literatura, o computador acabou com o livro, a Internet acabou com não sei o quê, isso é uma constatação apocalíptica que não tem o menor sentido. Já que estou falando em apocalíptico, vou lembrar de Umberto Eco, que é um dos maiores homens de letras.

Ele diz que a Internet veio para salvar a palavra escrita. Se a televisão estava matando, a Internet pode salvá-la. É um raciocínio interessantíssimo. Realmente, nunca se escreveu tanto como se escreve hoje. Eu não sei se estão escrevendo melhor, tem esse negócio dos e-mails, como vc, tc, tb [abreviações de você, teclar e também], mas a verdade é que estão escrevendo muito. E isso é bom, é melhor que não estar escrevendo como a geração anterior, antes da Internet, que ficava diante da televisão.

Só digo mais uma coisa: Zuenir e Umberto, continuem escrevendo pelo bem de todos nós. Estamos combinados?!

Primeiro acustico

Sim, primeiro “Ouça!” de 2010 e o primeiro acustico do blog também, legal não?! Escolhi Detonautas por ser a banda que redescobri nos últimos tempos e por esse CD estar tocando direto no meu mp3, além de ser ótimo e ter uma das melhores músicas que já ouvi de uma banda brasileira: “O Inferno São Os Outros”. Tá lá, é só ouvir o Ouça!

Tico Santa Cruz e sua "gangue" do bem

Ah! se servir de indicação sigam o Tico no Twitter, ele é muito engraçado eu garanto!  @Ticostacruz

Sampa, Meu!

25 de janeiro é aniversário de São Paulo, não sou paulista nem moro lá, mas  um dos melhores momentos da minha  vida foi  nessa cidade maravilhosa,  então ela merece um post!

Só pra não deixar batido fiquei lembrando do pouco tempo que passei por lá, mas que nem por isso não deu pra sentir a vibração daquela cidade que não para nunca, é impressionante! As pessoas andando loucamente pelas ruas, o barulho, o transito, aquele sotaque engraçado, a sensação de que você tá perdida o tempo todo, ou melhor, a sensação de que andando o dia inteiro você ainda não viu nada, mas principalmente, a diversidade que existe em São Paulo. Desde a diversidade de pessoas de todos os cantos, a música de todos os estilos, a comida, os lugares, os sotaques e as cores, na verdade São Paulo é um país dentro de uma cidade.

Sampa diante dos meus olhos...

Adoro São Paulo, há alguns anos atrás não imaginava morar lá, mas hoje já penso um pouco diferente. Moraria por lá feliz da vida! Quem sabe um dia, não? Eu nem pensava em ver um show do The Kooks no Brasil e o que me aconteceu dia 19 de junho de 2009? Eu viii! Então, de lá pra cá pra mim tudo é possível.

Pensei em colocar uma daquelas músicas tradicionais sobre São Paulo, mas como pra mim pensar em Sampa é ouvir The Kooks, mudei na mesma hora… Aí vai!

p.s: se quiser ler o post emocionado de uma fã que acabou de ver The Kooks, clica aqui!

Consequência inevitável ou imperialismo cultural?

Essa pergunta do título do post eu li numa matéria do site da revista Super Interessante, aliás, esse nome é justissimo já que tem cada matéria legal e “interessante” por lá, vale a pena dar uma conferida sempre. Então, voltando à pergunta e a matéria, vamos ao post sobre o fato de um linguista americano fazer a seguinte previsão: 90% das línguas estarão extintas no próximo século. Para você entender um pouco melhor, aqui vai a matéria da Super:

Pelo menos, é esta a previsão do linguista John McWorther da Universidade de Columbia, em Nova Iorque. Ele estima que apenas 600 das 6000 línguas e dialetos falados atualmente durem até o próximo século. A ideia é que, diante da globalização, as pequenas tribos – responsáveis por boa parte dos dialetos existentes – passem cada vez mais a falar os idiomas das sociedades dominantes para conseguir negociar e estabelecer melhores condições de vida.

Consequência inevitável ou imperialismo cultural? O que você pensa sobre isso?

Achei o tema muito intrigante e a pergunta mais ainda, fiquei raciocinando durante alguns minutos pra ver se me colocava de um dos lados da questão eapesar de achar que esse “fim” das línguas tem a ver um pouco com cada coisa, tanto uma consequencia da globalização quanto um imperialismo cultural.  Tá, mas eu vou defender o que neste post? A globalização ou o imperialismo? O fim das línguas ou o exterminio de culturas milenares? Difícil.

Torre de Babel, o começo do fim?

Como diriam os mais velhos, “pra não falar asneira”, fui dar uma lida rápida por aí (joguei no Google mesmo!) em textos e matérias sobre isso. E encontrei argumentos consideravéis sobre os dois pontos de vista, aqueles que defendem uma certa unificação mundial e pra que isso aconteça, nada melhor do que fazer com que todos falemos o mesmo idioma, ou pelo menos tenhamos o mínimo de conhecimento pra entender. E outros que acham que o fato de falarmos a mesma língua não significa que nos entenderemos melhor, e pior,tradições e culturas serão esquecidas.

É um ponto a se pensar, já que dentre as várias coisas que li, em quase todas tinham a mesma coisa: toda região pra ser “dominada” antigamente, primeiro tinha que aprender o idioma de seus dominadores, ou seja, falar de igual pra igual nada mais foi do que obedecer de forma mais clara e rápida. Sou completamente a favor das pessoas aprenderem inglês, espanhol, francês, etc, inclusive eu gostaria muito de saber falar todas fluentemente (consigo enganar um pouco), mas pensa bem se todo mundo falasse a mesma língua seria legal, não? Não! O legal mesmo é ter linguas diferentes, pra gente ouvir e pensar “nossa, que linda! queria falar assim também”, ir lá e aprender, tipo o francês que eu acho o idioma mais lindo de todos e ainda vou aprender!

Aproveitando o assunto, a revista Aventuras da História fez uma matéria com os idiomas mais faladas pelo mundo e um pouquinho da sua história, olha só:

Em respeito à diversidade cultural, a ONU adota seis idiomas como oficiais

A mais bela

Enquanto atuou no futebol, Zinédine Zidane foi um dos melhores jogadores do mundo. Nascido em Marselha, na França, ele se destacou pela bela visão de jogo e como driblador elegante (apesar da famosa cabeçada). Elegância no futebol, elegância no falar. A língua de Zidane é oficial em 31 países e é falada na Argélia, terra de seus pais. A fama do francês vem de longe. No século 18 virou língua da diplomacia. O prestígio avançou pelo século 20 e o idioma ainda é utilizado na administração da ONU.

Filha do deserto

Mais de 350 milhões de pessoas falam o árabe em países espalhados do oceano Atlântico até o Iraque. Fora dialetos locais, o idioma é mais ou menos o mesmo em todos os lugares. Assim, Yasser Arafat, ao defender a causa palestina, tornou-se liderança reconhecida nessa extensa faixa do planeta. Seu esforço lhe valeu o Nobel da Paz de 1994, que dividiu com Ytzak Rabin e Shimon Peres. Idioma de 22 países, o árabe também é oficial na ONU por causa da importância cultural dos povos do Islã.

Idioma feijão-com-arroz

A rainha Elizabeth II já não é tão poderosa como sua antepassada, Vitória, cujos domínios eram extensos a ponto de seus súditos cunharem a frase “no Império Inglês o sol jamais se põe”. Mas a soberana reinante tem a satisfação de ver sua língua no domínio do globo. O inglês é o idioma oficial em maior número de países: 51. Além disso, estão escritos em inglês mais de 70% do conteúdo gerado em internet, 50% das publicações científicas e 75% do correio mundial.

Poder oriental

Bao Xishum, 2,36 metros, é uma espécie de símbolo de um lugar onde tudo é macro. O homem mais alto do mundo mora na China, país com a economia que mais cresce no planeta, que é terceiro maior em extensão territorial, que tem a mais numerosa população do globo, 1,3 bilhão de pessoas. É por isso que o mandarim ou chinês é a língua que bate o inglês no quesito quantidade de bocas a emitir seus vocábulos. E aqui vai outro exagero: enquanto o alfabeto latino tem 26 letras, o mandarim conta com mais de 15 mil ideogramas.

A língua dos fortes

Vladimir Putin é popular na Rússia porque tirou o país do fundo do poço depois do colapso do regime comunista. Com mão de ferro, recolocou a economia nos trilhos. Foi também na marra que o idioma russo foi imposto por Josef Stálin a todos os Estados que formavam a extinta URSS. É de forma paulatina e pacífica, porém, que acontece algo de novo com a língua russa: a incorporação de influências do inglês, em termos relativos à economia, aos negócios e à tecnologia.

Nuestra lengua hermana

Uma das atrizes espanholas de maior projeção internacional na atualidade, Penélope Cruz tem como idioma nativo uma língua em plena expansão. O espanhol é uma das línguas da globalização. Da Espanha, ganhou boa parte das Américas. Nos Estados Unidos, já é o segundo idioma mais falado principalmente por causa de imigrantes do México. No censo, dois sobrenomes hispânicos – García e Rodríguez – apareceram pela primeira vez na lista dos dez mais comuns em solo americano.

A última flor do Lácio

No século 16, o português era língua franca entre ingleses, franceses e espanhóis em portos e regiões da África e da Índia. Era chamado “língua doce” por facilitar a expressão em prosa e verso de talentos como Luís de Camões. O português teve influências celtas, visigodas, suevas e, depois, francesas, árabes, africanas, indianas e indígenas. Uma reforma ortográfica, prevista para 2010, nos oito países que têm o português como idioma oficial, prevê a unificação da escrita.

Pra terminar, a lista dos 10 idiomas mais falados e influentes do planeta:

1. Chinês
2. Inglês
3. Hindustânico
4. Espanhol
5. Russo
6. Árabe
7. Bengali
8. Português
9. Malaio/Polinésio
10. Francês

p.s: desde criança sempre fui “revoltada” pelo fato do Brasil ter sido colonizado pelos portugueses, seria tão melhor se tivesse sido a Espanha, assim, falaríamos espanhol maravilhosmente hoje, e a América Latina seria muito mais “latina”. É, pensava assim já aos 10 anos…

No limite

Essa semana vi Crash – No Limite, um filme cheio de estrelas e com uma história incrivelmente bem entrelaçada, sai da sala com nojo do ser humano mais uma vez! Bom, pra quem não conhece esse filme, ele é o típico filme “globalizado” que cita diversas culturas que vão se cruzando ao longo do caminho dos personagens, tipo Magnólia e Babel, aliás, é impossível não assimilar Crash à esses outros dois. O tema central, pelo menos foi o que mais me chocou, é o preconceito, e no filme ele é mostrado de todos os tipos: racial, social, étnico e econômico.

Crash - No Limite

Todos os personagens são incriveis, mas resolvi destacar dois pra poder falar mais. Pra começar quando vi Brendan Freaser e Sandra Bullock no elenco achei que eles iriam dominar o filme, mas me enganei, os “menos” conhecidos é que mandaram ver mesmo, como os dois jovens negros “assaltantes” e o chaveiro latino com sua filhinha em um diálogo lindo nas cenas finais. Ok, vamos aos dois personagens escolhidos para esse post: o policial Ryan (Matt Dillon) e diretor de televisão Cameron (Terrence Howard).

O primeiro é um típico policial americano cheio de preconceitos e truculência, que na cena em que encontra com o segundo personagem escolhido, o diretor de televisão, fazem uma das cenas mais constrangedoras do filme. Trata-se de uma batida policial, mas que deixa de ser simples quando vemos na vontade do policial apenas humilhar o diretor e sua mulher, que são negros, motivo pelo qual o faz ter um certo grau de inconformidade por serem ricos e andarem num carrão. O constrangimento não para por aí, depois de um diálogo bem preconceituoso, o policial abusa da mulher e o diretor não faz nada para defender, isso é explicado depois quando chegam em casa e ele diz a mulher que eles deveriam se comportar “como negros que são”, ou seja, abaixar a cabeça para aquela humilhação e fazer nada. Depois a vida os coloca novamente, o policial e a mulher, frente a frente, mas dessa vez o final é um pouco melhor.

Batida policial cruzando os personagens

Parei pra pensar porque ele fez isso, e não achei outra resposta que não fosse o auto preconceito, como os negros que não se enxergam como negros, ou a hipocrisia dos que dizem que não são preconceitusos, mas sem perceber escondem as bolsas quando passam por um “suspeito”, dão risadinhas quando veem um gay, acham “menos” errado um homem que trai do que a mulher, entre outros exemplos que vemos todos os dias por aí.

Enfim, recomendo e muito ver esse filme, principalmente se você, assim como eu, adora refletir um pouco sobre a humanidade e o caos que ela mesma provoca. Vou deixar o trailer pra ir dando vontade!

Ócio, não pode?

Quarta-feira, como de costume, estava eu assistindo ao programa Saia Justa do GNT e me deparei com um debate muito interessante e que nesses dias está fazendo parte da minha vida, trata-se do ócio, ou melhor, o não fazer nada e se desligar de tudo. Por que pra maioria das pessoas isso é tão difícil? Por que pra outras pessoas o ócio é mal visto? Por que todo mundo quer descansar, mas quando está descansando “se cansa” de descansar? Muitas perguntas, não?! Pois aproveitando meu tempo livre, vou escrever sobre o ócio!

Férias? Vou é escrever!

Durante o debate muitas coisas entraram na minha cabeça, mas a que mais ficou foi o que a Mônica Waldvogel falou, que para muitas pessoas é dificil aceitar o ócio como um momento de ficar sozinhas porque solidão é sinonimo de depressão, isolamento, essas coisas… Pra mim não é não. ADORO ficar sozinha no meu canto, com minhas músicas, textos e pensamentos e não me sinto nem um pouco solitária ou depressiva por isso, esse papo de “tem que se socializar com os outros” eu acho um saco! Quer dizer que eu não posso depois de ficar o ano inteiro rodeada de gente por tudo quanto é canto, me isolar no meu mundo, criar minha “bolha imaginária” e ficar lá, sozinha e quieta?

O ócio não é visto como parte importante da evolução, vivemos num mundo onde você tem que produzir o tempo todo, tem que se mexer, falar, andar, comprar, ler, usar, tudo ao mesmo tempo de preferencia, logo, a possibilidade remota de não fazer nada é demonizada por quase todos. Por isso muitas vezes quando não se está fazendo nada, a pessoa se sente mal, deve pensar “eu devia estar fazendo alguma coisa importante”, mas peraí, o ócio é importante, e MUITO! Se desligar de tudo é uma arte pra poucos, confesso que pra mim ainda deve estar um pouco longe, mas tô quase lá!

Viver do ócio, que mal tem?!

Sonho com o dia em que vou fazer nada e não me sentir nem um pouco mal por isso!

Acabou!

Fiquei pensando em como seria o meu último post do ano de 2009, na verdade tinha pensado em não fazer, sei lá, mas achei que não iria dar conta de escrever sobre tudo o que me aconteceu esse ano, não que tenham sido muitas coisas ou irrelevantes, mas porque sou meio ruim de memória mesmo. Até que tomei uma “lavada” literalmente e resolvi escrever sobre isso, então, aí vai o último post do meu criado mudo em 2009!

Bom, pra explicar sobre essa “lavada”, tenho que voltar para o sabádo (26) lá pelas 15h, quando depois de reclamar do baita calor que fazia em Cuiabá começou a chover, não pensei em nada, só desliguei o computador e fui correndo pro meu quintal tomar aquela água toda na cabeça apesar da minha mãe ter reclamado porque até 5 minutos antes da chuva eu estava com uma tosse alérgica terrível (coisa de casa em obra!) e olha, foi uma das melhores coisas que fiz nesse ano que já está acabando!

Durante a mais de 1 hora de chuva, juro que foi isso mesmo, fiquei olhando pro céu e pensando na vida, nas coisas que eu fiz, nas surpresas que tive, nas tristezas que me fizeram repensar, nos momentos que eu vou guardar por muitos anos ainda. Daí que parei e analisei tudo de bom e ruim e vi que tenho mais é que agradecer sim, afinal de contas estou viva pra contar isso minha gente, quer motivo melhor pra se agradecer do que a vida?!

Salve chuva!

O bom de ter um blog é poder relembrar coisas que você passou ou pensou com um simples clique, fiz isso agora, dei uma lida em posts passados pra ver o que de mais interessante eu escrevi não só sobre mim, mas sobre o mundo também. Segue aí a retrospectiva do ano segundo meus posts!

Março

Dia M (08 de março, nosso dia!)

Dita o quê? (dita”branda” da Folha de São Paulo)

Eu vi! (show incrível dos Paralamas e Titãs)

Nêgo Obama (vitória do primeiro presidente negro dos EUA)

Abril

Paul & Ringo (graaande encontro!)

Maio

“Aqui tem um bando de louco” (vitória do Timão!!)

Experiência (primeiros passos de uma jornalista)

AI -5 Digital (tentativa de lei de censurar a internet)

Junho

É o fim? (decisão do STJ sobre o diploma de Jornalismo)

Show do The Kooks (simplesmente EU TAVA LÁ!!)

Mais um; menos um (morte do Michael Jackson)

Julho

Fim do 2º (segundo semestre da faculdade)

40 anos depois… (40 anos do Abbey Road dos Beatles!)

Som & Fúria (melhor atração da Globo no ano)

Setembro

O blog que não é blog (lançamento do blog do Planalto)

Prata da casa (show da Vanessa da Matta!)

A notícia e a piada (Sarney e sua cara de pau em 2009)

Outubro

Coisas novas acontecem (sim, fui parar no Twitter!)

Direto de Honduras (golpe de Estado em pleno 2009)

1-0-0 ( 100º post!!)

Novembro

Caso Uniban (vergonha numa universidade paulista)

É preciso ser de vez em quando infeliz (redescobrindo Fernando Pessoa)

Dezembro

Meus 20 anos… (2 décadas da minha existência!)

Ser (des)umano (garoto na Bahia é perfurado por mais de 30 agulhas)

Brittany Murphy (morte precoce da atriz)

Mais um ciclo que se acaba! (fim do “tronco-comum” na faculdade!)

Bom, 2009 tá indo embora e eu estou louca pra ver 2010 chegar, não sei porque mas tô botando fé nesse ano de início da década. E já que dizem que pensamento positivo atrai boas energias, bora todo mundo pensar positivo pra ter um ano maravilhoso, quem sabe não dá mesmo. Aproveitando as últimas linhas desse post queria agradecer aos que tiveram paciência de ler meus posts e até de comentar, vocês não imaginam o quanto é bom ler o que  pensam sobre o que eu escrevo!

Obrigada pelas 7.022 visitas e pelos 196 comentários, em 2010 tem mais!

Último “Ouça!” do ano

Fiquei pensando qual seria o último CD escolhido de 2009 pra listinha do “Ouça!” e cheguei a uma conclusão muito simples, olha só: 10º CD, mês de dezembro (meu niver!), banda amada = THE KOOKS! Não foi difícil escolher né?!

Oficialmente o The Kooks tem 2 CD’s, mas no último deles, Konkque já foi colocado na lista-, eles lançaram um bônus com 9 faixas, o RAK. E é esse bônus maravilhoso que encerra a lista musical do blog. Confiram aqui!

RAK não tem capa, ok?!

E que em 2010 venham mais  CD’s, inclusive o novo do Kooks, porque música é meu vício e eles são sensacionais!

Mais um ciclo que se acaba!

Não, isso não é um post natalino, até porque não tenho talento pra fazer isso, o fato é que o tempo foi passando e estava quase esquecendo de fazer esse post tãããão esperado, sim, ele mesmo: o post do fim do 3º semestre da faculdade! Sério mesmo, esperei por esse momento desde a primeira semana de aula há 1 ano atrás. Apesar de ter sido um ano corrido com três semestres terríveis, estressantes, angustiantes, mas também, alegres, divertidos, produtivos e cheeeeeeeeio de coisas novas na minha vida. Então, analisando bem até que não foi tão ruim assim.

Bom, vamos aos fatos: descobri que queria fazer Jornalismo “por acaso”, nunca tinha parado pra pensar no que faria da minha vida no futuro,até que cheguei no 3º ano do Ensino Médio e tinha professores falando em vestibular antes de desejar “bom dia”, ou seja, tinha que escolher que bolinha eu ia pintar no cartão de inscrição, aí depois de pouco pensar cheguei a uma conclusão bem simples e óbvia: quero ser jornalista! Acho que quem já leu um pouquinho meu blog deve saber da minha paixão contínua por esse ofício.

I wanna be... journalist!

Quando decidi que seria Jornalismo mesmo, prestei meu primeiro vestibular (uma vergonha!) e não deu, fiz 1 ano massacrante de cursinho (não recomendado pra quem tem saco cheio) e ufa!, passei. Passei, mas entrei pra segunda turma no meio do ano, ou seja, fiquei 6 meses em casa sem fazer nada de muito produtivo -  isso inclui uns 2 blogs péssimos-, só pensando como seria estar numa faculdade. Depois de tudo isso, finalmente pisei numa faculdade, dessa vez como aluna, já que conhecia muito bem a UFMT desde a infância onde passava meus domingos andando de patins por aqueles espaços enormes e enlouquecendo meu pai, até quando participei do movimento estudantil e estive presente por lá mesmo ainda não sendo uma universitária.

Não tinha conhecimento do chamado “tronco-comum” até saber que teria que passar por ele, pra mim eu já iria entrar direto vendo o que é o Jornalismo, mas não cara Bruna, você teria que encarar 3 semestres ao lado de pessoas mais diferentes possíveis de você: alunos de rádio/TV e publicidade! E põe encarar nisso, foi 1 ano e meio com muitas histórias chatas pra contar, mas também muitas coisas boas pra eu me lembrar e até posso dizer que jornalistas e publicitários podem ter uma convivência “pacífica” durante um tempo, desde que esse tempo seja curto… Chega de teorias, agora é hora de por em prática tudo que está acumulado e não vejo hora disso começar logo! Só uma coisa ruim disso, vou deixar de conviver diariamente com 2 pessoas muito especiais, uma publicitária e outra radialista (não sei se ela vai ser radialista, mas faz rádio e Tv!), mas em compensação, Priscilla vai me aturar por mais 5 semestres! Êita coisa boa.

Uma publicitária, uma radialista e duas jornalistas amigas, acreditam?!

p.s. 1: sem sentimentalismo, mas sem elas o caminho não teria sido tão bom e as risadas não teriam sido as melhores!

p.s. 2: desculpem pelo post enorme, mas é difícil resumir 3 semestres em poucas linhas, ok?!

The O.C. – Segunda Temporada

Aêê, acabei a segunda temporada de The O.C.! Diferente da primeira não estou chorando, menos mal! Fui dar uma olhada no post que eu fiz quando terminei a primeira e me impressionei: 29 de julho, ou seja, quase 5 meses pra eu ver 24 capítulos! Vida no terceiro semestre da faculdade não é vida, só isso…

Família Cohen e seus "agregados" problemáticos

Bom, mas o importante é que eu terminei de rever metade de The O.C., faltam mais duas temporadas, e é claro que eu não vou conseguir terminar até 2010 chegar, mas vou tentar pelo menos a terceira até o ínicio das aulas ano que vem, isso que eu consigo! Só mais uma coisa sobre essa série, que pra mim é a melhor de todos os tempos, hoje a revista Monet lançou uma lista com as  15 séries mais influentes da década e adivinha qual está lá? Sim, The O.C. em 5º lugar! Pra ver a lista completa, tá aqui. E quem diz que essa série é passado tá muito enganado, ok?!

Como todo mundo sabe a trilha de The O.C. é tida como uma das melhores, inclusive já postei sobre isso também (sim, sou viciada em listas!), uma das melhores não, a melhor segundo o site especialista em séries Seriemaniacos, então, escolhi as melhores faixas da segunda temporada e fiz um “Top 5″ pra musicar esse post!

1. Smile Like A Meant It (The Killers)

2. Hide And Seek (Imogen Heap)

3. Na Na Na Na Naa (Kaiser Chiefs)

4. On The Table (A.C. Newman)

5. Trouble Sleeping (The Perishes)

Brittany Murphy

Fiquei tão surpresa com a notícia da morte da Brittany que foi impossível não fazer um post sobre isso, não pela morte em si, já que morrer todos nós vamos, mas pela perda mesmo. A Brittany é daquelas atrizes que poucas pessoas citam o nome de cara, ela não faz parte das grande rodinhas de Hollywood nem é uma “diva”,  mas se você for parar para lembrar já viu muitos filmes dela e muitos bons graças a excelente atuação dessa jovem atriz de 32 anos. (!)

Ela estava no elenco de “Garota Interrompida”, um dos meus filmes preferidos de todos os tempos, ela também fez “8 Mile- Rua das Ilusões” incrivelmente ao lado do Eminem, claro que vou citar “As Patricinhas de Beverly Hills” porque esse filme passava toda semana na Sessão da Tarde quando eu era criança e óbvio que eu adorova a personagem dela, me identificava com as roupas estranhas dela…. teve também “Recém Casados” com o Ashton Kutcher, em “Reféns do Silêncio” ela arrepiou e o filme que pra mim é o melhor dela, “Grande menina, pequena mulher” ao lado da linda Dakota Fanning!

Brittany Murphy

Esses lindos olhos grandes farão falta no cinema.