Sou uma pessoa alucinada por música, ouço sem parar, em qualquer lugar que eu estiver tem que ter música junto! E uma das melhores coisas de uma música, é o clipe que vem junto, muitas vezes ela nem é tão boa, mas o clipe é, e vice-versa, tem músicas lindíssimas, mas com péssimos clipes. Os clipes são uma forma de entender melhor a música, é a maneira que os artistas encontram de traduzir aquilo que escreveram, eu adoooro clipes, até de bandas que eu não curto, gosto de ver pelo conteúdo mesmo.
Aqui estão uns legais, segundo minha percepção, óbvio! Estarei sempre trocando, tirando uns, colocando outros, o que eu lembrar eu trago.
Big Sur (The Thrills) – A banda começa limpando piscina e acaba tocando numa belíssima praia. A música, como já postei aqui, é viciante, a banda é muito boa, e o clipe é “bonitinho” (não curto muito essa palavra…). Fora o style dos músicos, e o final do clipe bem “Woodstock”, com todo mundo jogado no chão cantando… muito bom!
Don’t Panic! (Coldplay) – Esse clipe é muito legal, além da música que é ótima, e uma das minhas preferidas deles. Nele, ficção e realidade se misturam, isso porque a banda aparece só com o rosto verdadeiro, o resto é tudo de “mentirinha”, como desenhos, colagens,etc. O que eu mais gosto no clipe é a mensagem dele, é bem depressiva, mas assim são as músicas do Coldplay… A letra diz que estamos todos afundando, mas apesar disso vivemos num mundo bonito, e o clipe mostra exatamente o contrário, tudo indo literalmente por água abaixo e eles sem poder fazer nada. Muito bom!
Let It Be (The Beatles) – Bom, até na hora de se “despedir”, Beatles fazem umas coisas sensacionais, além de praticamente terem inventado os videoclipes como forma de divulgar melhor as músicas, Let It Be é um dos primeiros clipes em que não há nada, sem historinha, sem imagens, sem nada, só a banda. Anos mais tarde, muitas bandas ainda fazem isso, seja ao vivo ou estúdio, mas como foram os primeiros e o clipe tem todo o clima de “o sonho acabou” entrou pra história.
Naive (The Kooks) – Um fora na adolescência pode dar muita dor de cabeça em algumas pessoas, em outras, isso vira música, melhor ainda, vira hit e obviamente, vira clipe! Naive é o relato do vocalista Luke Pritcard sobre um fora sofrido por ele aos 16 anos, assim o clipe segue toda sua trajetória, é bem autobiográfico mesmo, ele mesmo não esconde isso. Detalhe para o ambiente super indie britânico, e a banda se confundindo na história, uma hora são banda, outra são personagens.
Nobody’s Home (Avril Lavigne) – A história do clipe é simples: cantora contando a música em cenas, mas, a forma como as cenas são feitas deixam a música mais profunda ainda. Adoro os clipes da Avril, são muito bem feitos, dependendo da música, ela se transforma mesmo, como em Nobody’s Home em que ela tem seus momentos “Garota Interrompida”. O clipe todo é a tradução da letra, tem todo o ar sombrio da música, destaque para o final do clipe, em que a garota completamente perdida procura algum lugar pra se proteger.
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