Jornalismo com humor dá certo? Parece que sim.

Bom, já disse aqui algumas vezes que sou muito fã do CQC, e sou mesmo, desde que estreou, há um pouco mais de um ano, acho que perdi uns 2 ou 3 programas, ou seja, sei de tudo que aconteceu por lá, e por isso mesmo posso dizer com toda certeza que é o melhor programa da televisão brasileira dos últimos anos. O CQC devolveu a graça de ver televisão, sem aquelas mesmices, frases prontas, programas enlatados, tá ele é uma “versão”, mas nem se compara a original, enfim, deu um novo gás tanto para o jornalismo, quanto para o humor.

Adoro esses caras!!
Adoro esses caras!!

E o mentor, ou “cabeça” de tudo é o sensacional Marcelo Tas, ele mesmo, o professor Tibúrcio do Castelo Rá-Tim-Bum (como eu era viciada nesse programa! se duvidar até hoje ainda assisto alguns episódios…haha), o cara que mais entende de tecnologia, jornalismo e claro, humor. Ele é simplesmente o cara na comunicação, e cada dia percebo mais isso, pelas coisas que ando lendo sobre sua história, seus trabalhos, mas principalmente pelas suas opiniões, afinal, somos aquilo que acreditamos e fazemos, e o Tas faz muita coisa, e põe muito nisso, ele tá em tudo quanta é coisa nova, adoro seu blog, seus vídeos na internet, suas colunas, só não sigo no Twitter, porque ainda não aderi a “nova moda”, mas quem sabe aí no futuro, né?

Tá, mas rodei, rodei, e não postei sobre o que é isso aqui…É que precisava distrair minha cabeça pra não matar pessoas a minha frente (nem vou escrever sobre isso, porque não vale a pena), daí que fui parar na coluna do Hélio De La Peña na Revista Galileu, e ele escreveu justamente sobre quem? Marcelo Tas! Na verdade, a revista está fazendo uma edição especial com as “mentes brilhantes de 2009” e o Tas está lá, como o gênio da comunicação. Como o texto é realmente muito bom, me deu vontade de postar aqui pra embelezar um pouco mais meu blog.

Marcelo Tas, a grande e careca cabeça

Marcelo Tas está sempre a par do mundo da tecnologia e à frente de tudo. Até que um dia você para e descobre que ele ficou para trás. Ou melhor, por trás. Com seu Twitter e o programa CQC, Tas virou referência de jornalismo e humor.

Marcelo Tas, o cara.
Marcelo Tas, o cara.

Tenho saudades do Tas. Trabalhamos bem próximos em duas ocasiões. Primeiro no programa Doris para Maiores, em 1991, na Globo. Ele fazia jornalismo-mentira na pele do repórter Ernesto Varella, um personagem que criou para satirizar sobretudo a classe política. Eu era da turma responsável pelos quadros de humor.

Mais tarde, nos tornamos vizinhos de redação. No mesmo lugar ficavam as equipes do Casseta & Planeta, Urgente! e do Programa Legal. O Tas era roteirista do último. Mas sabe do que eu sinto falta mesmo? É dos tempos em que éramos vizinhos de casa em Santa Tereza, no Rio de Janeiro.

Foi ali que comecei a enxergá-lo como um nerd do bem. O Marcelo é desses que sempre estão envolvidos com novidades. Quando descobri o Twitter, em março agora, ele já estava lá fazia uns 200 anos. Um costume dele? Mostrar alguma nova tecnologia. Outra prática diária? Distribuir um artigo curioso.

Estar perto dele é estar bem informado, atualizado. Não é muito sem motivo que esteja entre os brasileiros com mais seguidores na rede social dos 140 caracteres – ele tem mais de 170 mil observadores, mas desconfio que a meta seja aquela do Roberto Carlos. Acho que o Tas gostaria de ter um milhão de amigos… no Twitter. De todo jeito, ele já é o nosso Ashton Kutcher.

Agora, volto a vê-lo no CQC. Vai bem, o Tas. No papel do mestre de cerimônia de uma nave que sobrevoa uma multidão de assuntos. Se o Marcelo Tas é um gênio? Bom, nunca o vi saindo da garrafa, mas o cara é mesmo fera. O Marcelo faz você rir com cobertura política. Jô Soares fazia isso, Chico Anysio também.

O próprio Casseta faz, com o slogan “jornalismo mentira, humorismo verdade”. Mas a gente faz isso por meio da ficção. Bem diferente do CQC ou do que ele realizava lá atrás. O trabalho dele é pioneiro. Engraçado isso, não? De repente eu percebi que o cara que está sempre à frente de tudo hoje está por trás de tudo. Ele é um modelo de humor e jornalismo. Pois é. O Tas virou referência. Isso que dá ter uma grande – e careca – cabeça.

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4 comentários sobre “Jornalismo com humor dá certo? Parece que sim.

  1. CQC não é um simples programa da tv brasileira, é muito mais do que isso, é informação com conteúdo e uma bela demonstração de democracia, já que lá tem gente de todo tipo de opinião, e isso é muito bem mostrado nas matérias.

  2. eu simplesmente AMOOOO esse programa, não só pelo humor contido, mas pela coragem que tava faltando na televisão pra falar das coisas, e no CQC isso tem de sobra.
    Tas é um genio, e os “meninos” tão no caminho certo.
    Ádorei teu blog Bruna, parabéns!

  3. E ontem deu 10 pontos no ibopeee!!
    CQC tá crescendo a cada dia na TV, fico feliz demais por isso!

  4. Nossa, assisti uma palestra do Tas uma vez…o cara é simplesmte O CARA. super gente boa, fala com todo mundo e incentiva a galera a estudar!
    Sou fã de carteirinha mesmo!

Solte o verbo!

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