Porque eu amo o Rott

Hoje acordei (atrasada e correndo…) achando que seria mais um dia como outro qualquer – um sábadão quente com direito a prova de Pesquisa em Comunicação – e não é que foi diferente?!

Tudo começou ainda na faculdade, depois da fatídica prova, numa conversa muito animadora entre amigas sobre uns projetos futuros que tomara que dê certo, tomara não… dará certo! Êita! Gente boa pensando em coisa boa, só pode dar certo.

Bom, não sei se já deu pra perceber, acho que sim, mas eu não vivo sem música, daí que fui ouvindo minhas músicas no celular o trajeto todo – trajeto sim, porque da UFMT até em casa é uma viagem – e cantando algumas, obviamente, já que não tinha ninguém por perto. Ningúem vírgula, pois tinha sim alguém me ouvindo…

Um alguém muitíssimo especial, o Rott. Algumas pessoas não entendem a relação entre cães e seus donos, se bem que não gosto muito de usar esse termo pra referir a ele, não sou dona dele, ele é meu amigo e em certos momentos parece até gente, é, pode parecer loucura, mas não é não.

Quando se tem um cachorro, e não digo qualquer um, digo um tipo o Rott, ele é mais que um simples cachorro, é alguém que convive com você o dia todo, no nosso caso são quase 3 anos (eu acho, não sou muito boa nisso), lembrando que a idade cronológica dos cachorros é mais rápida que a nossa, ou seja, esses 3 anos pra ele são muito mais. E sinto que nos últimos tempos nossa convivência está melhor, ele já passou um pouco da fase “rebelde destruidor” que confesso, muitas vezes me deu vontade de matá-lo, e hoje é um velho amigo, não velho no sentido de caidão, velho no sentido de amigão mesmo, mas às vezes ele ainda apronta daquelas que só ele sabe fazer.

Tá, mas porque estou fazendo mais um post sobre ele? Porque hoje ele completou meu dia, me dando um abraço típico do Rott, mas que há tempos não conseguia dar, já que andava meio doente. O “abraço Rott” pode assustar algumas pessoas que veem, pois parece que ele vai derrubar e pisar em cima da pessoa, mas não, é só que ele é um pouco grande e estava eufórico por me ver.

Rott, meu amigo
Olha o Rott, não é lindo?!

O Rott é meu amigo, com ele meu tempo é mais alegre, e agora mais ainda, já que tem o Gandhi* pra “piorar” a situação… E já vejo nessa pequena criatura traços familiares de seu pai, um deles é a tendência em pular com toda a força nas pessoas, a outra é a de colocar instantaneamente um sorriso no meu rosto, por isso amo essa espécie, não tem amigo mais fiel do que um cachorro, com perdão a meus amigos humanos, mas o Rott é o Rott, né?!

*Gandhi é o filho do Rott, quando ele nasceu, era muuuuuito quieto, mas muito mesmo, daí do nada falei pra minha mãe “Nossa, ele é tão quietinho, da paz, parece o Gandhi!”, pronto, batizamos ele assim. Doce ilusão a de achar que ele seria calmo e tranquilo, não é nem um pouco, afinal de contas é filho do Rott, né?! Tem a quem puxar…

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4 comentários sobre “Porque eu amo o Rott

  1. Sou louco por rotweiller! é a melhor raça de todas
    Parabéns pelo seu cão, ele é lindo mesmo!

Solte o verbo!

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