Ser (des)umano

Assistindo ao Fantástico de hoje me deparei com a reportagem sobre a barbárie que fizeram com o garotinho baiano de 2 anos perfurado por mais de 30 agulhas pelo seu “padrasto”, essa história desde o começo me deixou com muito nojo do ser humano – se é que se pode chamar aquele monstro disso – fiquei pensando nos animais que por mais selvagens que possam ser jamais fariam algo desse tipo, e mais ainda, fiquei imaginando o que passa na cabeça de alguém para cometer um crime tão perverso quanto esse.

Quando vi aquele homem contando o que tinha feito com tanta frieza e sem o mínimo de remorso a minha vontade era de atravessar a televisão e dar uma surra nele! E quando pensei que esse menino pode sofrer pelo resto da vida minha raiva só aumentou. Nunca fui muito fã de crianças, quem me conhece sabe das minhas histórias com elas, mas aceitar uma coisa dessas eu jamais faria. Tudo isso me fez analisar um pouco o quanto vale a vida hoje…

O “padrasto” da criança disse que fez isso pra prejudicar a ex-mulher dele, como assim??  Quer dizer agora que se vinga matando crianças? Credo! É nessas horas que me dá uma vergonha de fazer parte dessa raça que mata seus próprios semelhantes, nós homens (e digo “nós” porque em devidas proporções somos capazes de fazer maldades inimagináveis com outros seres) nos consideramos tão evoluídos que somos incapazes de julgar ações cometidas por nós mesmos, ou até de olhar outras seres mais evoluídos que nós, digo isso porque hoje assisti um documentário sobre a ilha de Galápagos onde um grupo de aves deixavam seus filhotes escondidos enquanto saiam pra caçar, mas voltavam imediatamente quando percebiam que seus filhotes estavam correndo risco de vida, e mais, avisavam as demais aves para ajudar na defesa dos seus. E o mais lindo de tudo: as aves íam!

É… ainda temos muito a aprender, uma pena que até lá muitos inocentes ainda terão que sofrer nas mãos de criminosos desalmados. Torço de verdade pra que esse menino saia com vida de tudo isso e que possa ter uma vida melhor apesar dessa tragédia.

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Um comentário sobre “Ser (des)umano

  1. Excelente post! Que Deus proteja essa criança, e que ela posso um dia não esquecer, mas superar essa tragédia.
    Ah, adorei o blog, Bruna!

Solte o verbo!

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