João Luiz Woerdenbag Filho, o Lobão

Depois de quase dois meses, finalmente terminei de ler a biografia do Lobão. Não que seja chata e leve tanto tempo assim para ler. Não mesmo! Apesar do livro ter umas quinhentas páginas, eu acho, é uma maravilha para quem curte narrativas rápidas, diretas e cheias de surpresas. Recomendo muito o livro não só para quem é fã do Lobão, assim como eu, mas para quem curte boas histórias também. Sabe  “sexo, drogas e rock’n’roll”? Então, tem tudo isso aí.

Comecei a ler no final do ano passado, depois de me livrar da monografia. Coloquei na cabeça que seria o meu primeiro livro lido pós loucura monográfica, mas vieram outros antes. Li uns dois ótimos da Agatha Christie (sempre ótima), um incrível do Kerouac (sempre sensacional) e um outro sobre os Beatles (sempre LINDOS!) que eu não havia terminado quando estava “monografando”, mas tudo bem. O fato é que tinha mais marca-páginas dentro dos livros do que qualquer coisa e isso foi me dando uma agonia a cada vez que olhava para minha estante.

LobãoOntem terminei de conhecer os 50 anos de vida do Lobão. Olha, só posso dizer que meu amor e admiração por esse cara aumentaram mais do que eu imaginava. Eu não sei porque, mas sempre me identifiquei muito com ele. Não sou nem metade del Lóbon, mas entendo sua introspecção, sua rejeição, sua facilidade em tocar o foda-se, e principalmente, seu jeito meio desastrado de amar e demonstrar isso ou não. Lobão ama seus amigos, mas tem brigas épicas com eles em mesa de bar. Ama sua mãe e manda ela pra puta que pariu. Ama o rock e foi tocar música clássica. Essas coisas, sabe?

Bom, hoje não foi um dia lá muito bom e eu cheguei em casa e comecei a ouvir aquelas minhas músicas preferidas de quando os dias não são lá muito bons e olha só, uma delas era do Lobão. Achei que valia o registro. Curto essas coincidências. Curto essas babaquices do tal destino. Curto Lobão. Curto dias que não são lá muito bons.

Ok, Lobão, essa noite, não!

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4 comentários sobre “João Luiz Woerdenbag Filho, o Lobão

  1. Lobão é foda demais. Tô muito afim de ler essa biografia! Conheço por alto algumas histórias dele, mas o livro deve ser muito bom como você descreveu.
    Na minha opinião, o Brasil precisaria de mais uns 10 “Lobões” na música pra dar uma agitada.
    Sobre a escolha da música: uma garota tão interessante como você não deveria querer morrer tão cedo. Puta desperdício! 😉

    • Oi, Renato.
      Sim, o livro é muuuito bom! Como eu disse, recomendo mesmo. Eu amo o Lobão. Fiquei ainda mais fã dele e de sua história.
      Obrigada pelo comentário! Tentarei não morrer tão cedo. Hahaha.

Solte o verbo!

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