Ah, se eu fosse baterista…

Gente, se você é fã de música, de bateria e dos Beatles como eu, pare tudo o que estiver fazendo agora e veja o que esse cara fez!

Ele  tocou os principais sucessos dos Beatles em pouco mais de cinco minutos. Eu fiquei de boca aberta quando vi pela primeira vez. Depois da segunda já estava com inveja mesmo. Queria tanto saber tocar bateria. Aliás, queria tanto saber tocar BEM qualquer instrumento. Sim, porque os desarranjos que eu faço em um violão nem podem ser levados em consideração, né?

Entrei no canal do moço e ele é realmente muuuuuuuuuuito bom em resumir trajetória de bandas. Os vídeos do Foo Fighters e Green Day ficaram ótimos! Quem quiser conhecer, clica aqui.

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Dônica, Sinara e o Chicão

Depois um post sobre metas para 2015, vamos para um de “coisas para se ouvir nesse e nos próximos anos”? Então vamos! Sim, porque sai ano, entra ano e não tem coisa que eu mais goste de escrever do que sobre música. 🙂

Olha, há muito tempo bandas brasileiras novas não me pegavam tanto. Ultimamente, minhas novidades musicais eram sempre de fora, o que não é nenhum pouco ruim, mas acho importante termos o que ouvir em português, né? Desde o finalzinho do ano passado, tô com um “meninos do Rio” na cabeça. É a Dônica! Banda ótima, com excelentes músicas, letras simples e bonitas, clipes interessantes e uma identidade visual muito diferente do que tem se visto por aí. Ainda não consegui encaixá-los em um único estilo musical, acho que eles bebem em diversas fontes. São garotos jovens, que cresceram em um rico universo musical, e não digo isso só (um minuto de silêncio <3) pelo Tom Veloso, filho do Caetano (outro minuto de silêncio <3), mas pelos outros também. Todos ali têm referências musicais que montam um pouco a banda. Dá para perceber que não são moleques descompromissados fazendo qualquer coisa. Acredito que eles tenham uma proposta muito inovadora para o cenário musical e eu fico aqui ansiosa esperando por mais produções deles. Já sou fã, já quero show, já quero camiseta…

Agora, uma banda de reggae “Made in Brazil”. Enquanto me viciava na Dônica, fotos, reportagens e videos da Sinara surgiam na minha frente e eu nem me atentava. Sempre dizia “poxa, eu tenho que ouvir aquela banda do filho da Preta Gil” e nunca lembrava. Aí depois de uma conversa exatamente sobre essa nova leva de filhos de músicos montando suas bandas com minha brother Laís, finalmente (!) ouvi a Sinara. E que maravilha, hein?! Já nos primeiros segundos de “Floresta”, comecei a dançar toda “reggaerazona” que sou. Muita positividade vindo desses meninos! Também prevejo excelentes trabalhos pela frente. Li que eles têm canções de rock e pop. Tô louca para ouvir como é isso.

Para fechar, encerro com 2×0 Vargem Alta, também conhecido como o trabalho de estreia na carreira solo de Francisco Eller, o Chicão da Cássia, lembram? Pois é. Coisa linda demais ver esse guri desse tamanho! Eu me senti meio velha, mas tudo bem. O tempo passa, né? Até ontem, a mãe dele estava ali lindamente tocando o foda-se geral. Como eu amava a Cássia. Ainda amo e sinto MUITAS saudades. Foi cedo demais, mas enfim, não é disso o post… A semelhança física é assustadora? Sim. O timbre é muito parecido? Sim. O moleque tem talento? Sim. Então pronto. Achei que pela timidez, ele nunca lançaria nada cantando. Já tinha visto algo sobre uma banda de forró que ele montou há um tempo. Ele era meio desengonçado tocando, quase não se colocava a frente do palco. Por isso, fiquei feliz em vê-lo assumindo o microfone. Coragem, Chicão! Segue o som!

É isso, né, gente. Garotada nasce na casa de Gil, Caetano e Cássia. Tem nem como sair errado. Felizona por essa garotada que ainda quero ver de perto em seus muitos shows pelo Brasil e pelo mundo, assim como seus pais! 😀

Post ao som de: Kiss Kiss Kiss – Hector